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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Canario-do-brejo








Fonte:  http://www.wikiaves.com.br/


O canário-do-brejo é uma ave passeriforme da família Emberizidae.

  Características

Mede 18 centímetros. Espécie paludícola meridional, parecida com o canário-do-campo(Emberizoides herbicola), sendo porém , nitidamente menor. Possui a cauda relativamente mais curta, estriação do lado superior mais larga e negra, lados da cabeça cinzentos em vez de pardacentos, retrizes centrais mais entalhadas, maxila negra, tômias e mandíbulas amareladas e apresenta ainda, pernas pardacento claras.

  Alimentação

 Vive em pantanos intercalados em regiões campestres, às vezes, em brejos pequenos, quase secos, com moitas de carqueja(Baccharis sp). Alimenta-se e refugia-se na base das plantas, mas voa, às vezes, alto para bem longe.

  Reprodução

Hábitos reprodutivos…

  Hábitos Distribuição Geográfica

Presente na Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. No Brasil ocorre nos estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Risadinha









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


Também conhecido como alegrinho, assovia-cachorro, miudinho (Pernambuco) e papa-mosquito. O risadinha é uma ave passeriforme da família Tyrannidae e também uma das aves mais comuns nos mais diversos ambientes. Ocorre desde a floresta Amazônica até área de campos com arbustos de todo o país, adaptando-se a ambientes urbanos com alguma arborização.

  Características

Mede cerca de 9,5 centímetros. Observando a ave, é possível notar que a cabeça é um pouco mais acinzentada do que as costas, levemente esverdeadas (isso na pena nova, depois da muda feita entre janeiro e março; posteriormente, acinzentada). Também com as penas novas, destaca-se a listra branca superciliar. Atrás do olho, linha escura, fina, ressalta a sobrancelha longa. Bico escuro na ponta e base alaranjada, nítida na maior parte das observações. Costuma eriçar as penas do alto da cabeça, formando um semi-topete, com aspecto de despenteado; outras vezes, penas achatadas contra a cabeça, dando aspecto arredondado a essa área. Barriga amarelada (pena nova, com o desgaste, cinza) e duas listras nas asas, mais amarronzadas depois da muda e desbotadas após algum tempo, ficando amareladas ou cinza.

  ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Alimentação

Caça invertebrados e alimenta-se de frutos.

  Reprodução

Apresenta um período reprodutivo, que vai de julho a dezembro. O ninho esférico, construído com matéria vegetal, possui uma entrada lateral e prende-se firmemente à ramagem.

  Hábitos

 Pequeno, confiado, está sempre movimentando-se bastante, desde a copa das árvores mais destacadas até próximo ao chão. Aprender a identificá-lo bem auxilia no encontro das outras espécies de tiranídeos pequenos, parecidas no formato, cores ou que possuem cantos próximos. Além do tamanho e comportamento, característica marcante é o canto. A forma mais chamativa é uma seqüência de notas agudas, altas, descendentes e que parecem uma risada (origem do nome comum). Há alguma variação no tempo de emissão, provavelmente característica individual. Canta desde o amanhecer até o escurecer. Possui outros chamados, um deles lembrando o fim-fim ou vi-vi. Respondem um ao outro, bem como a cantos gravados.

  Distribuição Geográfica

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Cochicho









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/

O Cochicho é uma ave passeriforme da família Furnariidae.

  Características

 Mede 20 cm de comprimento. Possui plumagem distinta e cauda graduada terminada em espinhos.

Alimentação

Hábitos alimentares…

  Reprodução

Como fazem certos Synallaxis, o ninho, de forma cilíndrica, é construído em árvores isoladas e composto por gravetos decorados com peles de serpentes e, quando disponíveis, com sacos e embalagens plásticas diversas. Pode construir um ninho ao lado do que foi usado em um ano anterior ou ainda construí-lo sobre aquele, formando enormes estruturas de galhos secos. Até oito indivíduos podem atender ao mesmo ninho em processo de nidificação social embora não se tenha certeza se apenas uma ou mais fêmeas põem seus ovos nesses ninhos. Às vezes faz o ninho também em cercas de aramados ou postes de luz. Seu ninho, depois de abandonado, é muito utilizado por outros pássaros e roedores.

  Hábitos

Espécie de áreas semi-abertas, como matas secas, pastos, campos rupestres da Serra do cipó. Expande sua distribuição no Sudeste com os desmatamentos, embora sua população possa flutuar em novas áreas recém-colonizadas.

  Distribuição Geográfica

Ocorre no Brasil centro-oriental. É uma das espécies mais típicas e comuns no Pampa.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Quem-te-vestiu









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


O quem-te-vestiu é uma ave passeriforme da família Emberizidae.

  Características

Mede 15 cm de comprimento.

  Alimentação 

Hábitos alimentares…

  Reprodução

Hábitos reprodutivos…

  Hábitos

Espécie meridional ribeirinha, ocorre em áreas de mata ciliar e banhados no Sul. Freqüenta arbustos densos aos casais, voando entre essa vegetação com um ligeiro balançar da cauda. Seu nome popular é onomatopéico.

  Distribuição Geográfica

Pode ser encontrada na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. No Brasil, ocorre na região sul.

Caminheiro-zumbidor









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


O caminheiro-zumbidor pertence a um grupo de aves cuja origem evolutiva está nos campos do Hemisfério Norte. Algumas espécies colonizaram a América do sul, basicamente ocupando a Cordilheira dos Andes e o sul do continente. No Brasil, ocorrem 5 espécies, todas no Rio Grande do Sul. Na região tropical do país, somente esse caminheiro, aparecendo em todos os ambientes abertos fora da Floresta Amazônica. Ver página do gênero Anthus. O caminheiro-zumbidor apresenta os seguintes nomes populares: corredeira, sombrio, codorninha-do-campo (São Paulo), foguetinho, peruinho-do-campo, peruzinho e martelinha (Minas Gerais),canário-rasteiro (Ceará).

  Características

A plumagem é uma mescla de rajados e bolas cinza escuras contra um fundo claro. Na barriga, um pouco mais amarelada, sem as cores escuras. A silhueta é de uma ave longilínea, acentuada pelo bico fino e a longa cauda. Pernas longas, finas e alaranjadas ou amareladas. Sempre que cantam, param de voar e caem alguns metros com as asas entreabertas. Em seguida, tornam a bater asas para ganhar altura e cantam novamente. As pernas são mantidas para baixo e as penas da cauda entreabertas, mostrando as penas laterais brancas. O chamado é longo, agudo, acelerado e ficando ainda mais agudo no final (origem do nome foguetinho). É mais fácil escutá-lo do que encontrá-lo, especialmente quando pousa no meio dos capins baixos. Mede cerca de 13 cm.

  Alimentação

 Caça invertebrados em características corridas entre o capim baixo e no solo. Quando escasseia o alimento de origem animal, no inverno por exemplo, ingere sementes.

  Reprodução

Os machos, no período reprodutivo (julho a setembro) levantam vôo a qualquer hora e emitem o chamado característico. Podem ficar a poucos metros do solo ou a grande altura. Constrói um ninho de capins sobre o chão e embaixo de uma touceira. Ovos brancos com denso salpicado de marrom ou cinza.

  Hábitos

É comum em campos, beiras de lagos, rios e pântanos. É de difícil observação, tanto por suas cores, como pelo hábito de preferir afastar-se caminhando a voar. Também agacha-se no meio dos capins e camufla-se bem com o entorno. Anda e corre rente ao solo, empoleirando-se pouco e evitando voar. Quando perseguido agacha-se no solo, ocultando-se atrás de um monte de terra ou do capim. Expandiu-se com a ocupação agrícola e de pastoreio, tendo se adaptado a cidades com gramados extensos. Migra após a época da reprodução e não canta durante a migração.

  Distribuição Geográfica

A espécie é migratória no sul da distribuição geográfica. Presente em todo o Brasil nas regiões campestres quentes, estando ausente de áreas densamente florestadas, como alguns locais da Amazônia. Encontrado também no Panamá e em quase todos os demais países da América do Sul, com exceção do Equador.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Codorna-amarela








 



Fonte: http://www.wikiaves.com.br/

A codorna-amarela é uma ave tinamiforme da família Tinamidae. Também conhecida como codorna, codorna-comum, codorniz (Euler 1900), inhambuí, perdirzinho, perdiz e perdizinho.

    Características

Tem cerca de 23 centímetros e pesa aproximadamente 300 gramas. Suas cores são camufladas, confundindo-a com o ambiente. Todas as suas partes primárias são marrons barradas de amarelo. Segundo informado na página 154 do livro Ornitologia Brasileira (Sick), o macho possui íris amarela e a fêmea possui íris pardo-laranja. Manifestações sonoras: emite pios curtos, em escala descendente: “pi, pi, pi, prrrrr”.

  Alimentação

Gosta de comer grãos, artrópodes, moluscos e também bagas de frutas caídas no chão.

  Reprodução

Põe de 7 a 8 ovos, que são cor chocolate-escuro, arroxeados e brilhantes. Eles são postos no chão de campos ou pastagens. Da mesma forma que a perdiz, cabe ao macho a tarefa de incubar os ovos e cuidar dos filhotes.

  Hábitos

 Vive em campos rupestres de altitude, campos ralos e baixos, pastos, culturas de milho, arroz e soja. Aparece em áreas rurais próximas às residências e, se não é importunada, acostuma-se facilmente ao homem. Não penetra nas matas ciliares e cerradões. Às vezes esconde-se em buracos e quando assusta-se, finge-se de morta.

  Predadores Distribuição Geográfica

Ocorre nas regiões norte (no Tocantins), Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, além da Argentina, Uruguai e Paraguai.

Figuinha-de-rabo-castanho









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


A figuinha-de-rabo-castanho é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Apresenta o seguintes nomes populares: sebinho-de-crisso-castanho, pula-pula, vira-folhas e figuinha-bicuda (Rio de Janeiro). É comum em campos com árvores e arbustos, florestas de galeria e de várzea, ilhas fluviais e vegetação à beira de rios.

  Características

As cores do macho facilitam a identificação, embora o cinza azulado dominante, mais escuro na parte superior, possa levar à confusão com a balança-rabo-de-mascara (Polioptila dumicola), se observado à distância e rapidamente. Além de não ter o hábito de manter a cauda levantada, por baixo da base da mesma aparecem as penas marrom avermelhadas que o distinguem de todas as outras aves. O formato de bico, longo e cônico, bem como da cabeça ajudam na determinação da espécie. A fêmea é completamente diferente, parecendo outra espécie, não fosse o formato do bico. Só a cabeça é levemente cinza azulado, com as costas e cauda esverdeadas e partes inferiores cinza claro (sem as penas marrons na base da cauda). Uma fina listra superciliar cinza clara encontra-se com a testa da mesma cor. Felizmente, sempre estão próximas aos machos em suas caçadas diárias, facilitando a identificação. Mede cerca de 11 centímetros.

  Alimentação

 Anda em casais ou pequenos grupos, sempre à procura de insetos no meio da folhas. Adora verificar as pequenas folhas das árvores leguminosas, como as do angico vermelho (Anadenanthera colubrina), percorrendo cada uma delas na busca de lagartas.

  Reprodução

Hábitos reprodutivos…

  Hábitos

Vive aos pares ou em pequenos grupos, freqüentemente participando de bandos mistos de copa, o que o torna difícil de ser observado. Habita florestas, capoeiras, parques e jardins.

  Movimento Migratório

 No Centro-Oeste aparece no mês de outubro, parecendo ser migratório. Em outras partes do Brasil também é uma ave de ocorrência transitória, embora ainda não tenha sido determinada uma migração para ela. No sul do país, desaparece a partir de abril para retornar no final do ano. Um movimento amplo faria como essas aves passassem pelo Pantanal.

  Distribuição Geográfica

Presente em Roraima e grande parte da região ao sul do rio Amazonas, e no restante do País. Encontrado também em todos os demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia -, Paraguai e Argentina.