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segunda-feira, 25 de maio de 2015

Pariri









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/



A Pariri é uma Columbiforme da família Columbidae. Conhecida também como Juriti-piranga, Juriti-vermelha, Pomba-barreirinha e Pomba-cabocla. Seu nome significa: do (grego) geö = chão; (referente ao hábito desta ave de caminhar); e trërön = pombo; e do (latim) montana, montanus, montis = da montanha, montano, montanha. ⇒ Pombo da montanha (que caminha pelo) chão .

  Características

Mede cerca de 24 cm de comprimento. O macho apresenta a parte superior do corpo marrom-avermelhada, e a fêmea marrom-olivácea.

  Alimentação

Alimenta-se de frutos e sementes caídas.

  Reprodução

 Faz ninho semelhante ao da juriti, a cerca de 2,5 m de altura, sobre arbustos ou tocos de árvores. Põe 2 ovos de cor creme. O período de incubação compreende de 10-11 dias, sendo esta tarefa compartilhada pelo casal. O casal tem por hábito fazer o saneamento do ninho comendo o material fecal depositado pelos filhotes.

  Hábitos

É localmente comum em florestas úmidas e capoeiras altas. Vive solitária ou aos pares, principalmente caminhando pelo chão, podendo entretanto voar para ramos baixos, se assustada. Voa rápido, geralmente próximo ao chão.

  Distribuição Geográfica

Quase todo o Norte, Leste e Sul do País. Encontrada também do México à Argentina e Paraguai.

domingo, 24 de maio de 2015

Falcão-relógio









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/



O falcão-relógio é uma ave falconiforme da família Falconidae. Seu nome científico significa: do (grego) mikros = pequeno; e astur = açor, milhafre, referente ao gênero Astur de Lacépède, (1799); e do (latim) semi = pequeno, meio, metade; e torquatus, torque = com colar, colar. ⇒ Pequeno milhafre com pequeno colar. “Esparvero faxado” de Azara (1802–1805) (Micrastur).

  Características

Devido a seu porte (mede entre 46 e 56 cm), é surpreendente como é de difícil observação. Macho e fêmea são idênticos, esta um pouco maior. A cor da plumagem varia entre indivíduos, havendo exemplares completamente negros, com algumas listras laterais claras na barriga. A plumagem mais característica é negra nas costas, parte superior do pescoço e alto da cabeça. As partes inferiores são brancas ou avermelhadas, com um colar da mesma cor na garganta, estendendo-se pela nuca. Logo abaixo dos olhos (muito grandes e escuros), há uma área da mesma cor da garganta. Entre essa região e o colar nucal, existe uma faixa negra, estreita e ligada ao alto da cabeça. Em qualquer plumagem, a longa cauda é negra, com 4 finas listras brancas, muito separadas entre si. As pernas são longas, amarelas, enquanto a pele nua das narinas é esverdeada e conectada à pele nua e proeminente ao redor dos olhos.

  Alimentação

 Exímio caçador de outras aves, algumas bem maiores em tamanho e peso, apanha também pequenos mamíferos, cobras e lagartos. Os grandes olhos auxiliam nas caçadas dentro da mata e em horário de pouca luz, podendo usar sua audição aguçada para localizar a presa. Foi observada uma tática pouco usual na caça de aves. Pousado próximo a uma correição de formigas (as quais atraem aves para apanhar os insetos espantados), emitia um chamado baixo, em um galho a 1 ou 2 metros do solo. Esse chamado, com características ventríloquas, atraia as aves para o raio de ação do falcão-relógio.

  Reprodução

Botam de dois a três ovos com um periodo de incubação de 46 dias. Geralmente os ninhos são feitos dentro de cavidades, em árvores ocas, com múltiplas entradas, a uma altura entre 12 e 20 m do solo. O ninho e seus arredores são constantemente vigiados pela fêmea que impede a aproximação de outras aves e primatas. Os filhotes abandonam o ninho com 46 - 50 dias. Ninho de falcão-relógio Ninho de falcão-relógioFilhote de falcão-relógio Filhote de falcão-relógio

  Hábitos

É um falconídeo florestal, habita o interior da mata, raramente observado nas bordas. Em geral, é mais escutado do que visto. Canta ao clarear ou ao escurecer, um chamado grave, transcrito com “ao”, sendo seus cantos bem pontuais. Essa é a razão do nome comum, devido à constância do intervalo entre os chamados.

  Distribuição Geográfica

 Ocorre do México a América do Sul.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Juruva-verde











Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


A juruva-verde é uma ave coraciiforme da família Momotidae. Etimologia: Seu nome científico significa: Baryphthengus = do (grego) baruphthongos = voz grave, sonora; e de ruficapillus = do (latim) rufus = vermelho; e de capillus = boné, quepe (referente à cabeça). ⇒ (Ave) de voz grave com boné vermelho. Na região do Parque Estadual do Jurupará, município de Ibiúna, São Paulo, esta espécie recebe o nome comum de birivão.

  Características

Mede 42 centímetros. De plumagem peculiar e chamativa por sua beleza. Possui máscara negra e manchas pretas peitorais, que podem estar ausentes no período de muda. Seu forte bico apresenta coloração preta. Apresenta coloração laranja, desde a base de seu bico até a sua nuca e a mesma coloração no peito. A garganta e área atrás da máscara são verde-claras. Sua região ventral apresenta coloração azul. Costas e asas são verde-escuras, com exceção às extremidades das asas, que são azuis. Sua longa cauda é verde até a extremidade onde assume a mesma cor azul das extremidades das asas. A parte inferior da cauda é preta.

  Alimentação

Captura grandes insetos, moluscos, pequenos répteis e mamíferos, além de uns poucos frutos.

   Reprodução

Escava seu ninho em formigueiros de saúva no solo ou em barrancas na mata ou ainda em áreas de deslizamentos, de encostas íngremes. Pode aproveitar buraco de tatus no solo e, por vezes, dois casais nidificam lado a lado em túneis separados por apenas 23 centímetros de distância. A postura consta de 2 a 3 ovos brancos.

  Hábitos

Ocorre tanto nas baixadas litorâneas quanto nas montanhas até 1200 metros de altitude em matas primárias com sub-bosque de bambus e em matas de encostas ou matas secundárias altas. É uma ave madrugadora, que costuma cantar ao final da noite, pouco antes do amanhecer. Quem não conhece seu canto pensa se tratar de uma coruja. Ativo durante o dia, gosta de ciscar no solo onde passa um bom tempo. Costuma ficar no interior da mata. Voa frequentemente aos casais, acompanhando bandos mistos ou correições de formiga no sub-bosque.

  Distribuição Geográfica

 Ocorre no Brasil oriental.

terça-feira, 28 de abril de 2015

limpa-folha-de-testa-baia










Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


O limpa-folha-de-testa-baia é uma ave passeriforme da família Furnariidae. Seu nome científico significa: do (grego) philos = que adora, que ama; e hudör = água; philudros = apaixonado por água; e do (latim) rufum = vermelho, avermelhado. ⇒ (Ave) avermelhada apaixonada por água.

  Características

O Limpa-folha-de-testa-baia mede de 18 a 19 centímetros e pesa de 25 a 36 gramas. Possui o vértice cinzento, que é precedido por uma distinta testa de cor amarelo ocre (baia) que lhe confere o nome comum. A face e a garganta também são de cor amarelo ocre onde pode ser identificada uma faixa transocular que segue até a nuca da ave e tem a cor cinza da mesma cor da coroa ou vértice da ave. O Limpa-folha-de-testa-baia apresenta o manto de coloração marrom esverdeada que contrasta fortemente com as asas e cauda que são de cor marrom avermelhada. O peito, ventre e crisso são de cor castanho clara e pode apresentar um leve tom esverdeado dependendo da subespécie analisada e é mais claro que a coloração do manto. Os flancos e o uropígio são castanho acinzentados. Olhos escuros, tarsos e pés cinza esverdeado. Possui sete subespécies reconhecidas, e elas apresentam pequenas variações na plumagem. Alimentação Percorre o interior das matas dependurando-se sob folhas e galhos em busca de alimentos, como artrópodes, insetos e larvas.

  Hábitos

Instala-se em barrancos ou em ocos de árvores dentro da mata. É mais comum no estrato médio e no dossel da floresta, onde procura alimento entre a vegetação, dependurando-se sob as folhas e galhos. Sua distribuição vai desde matas de baixa encosta até as matas no alto da montanha.

  Distribuição Geográfica

domingo, 26 de abril de 2015

Garça-vaqueira






 









Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


A garça-vaqueira também conhecida como garça-carrapateira, trata-se de uma espécie recém-chegada ao continente americano, vinda da África. No continente africano está sempre associada às manadas dos grandes herbívoros, apanhando gafanhotos e outros insetos espantados pelo deslocamento dos animais na savana. Também conhecida como garça-boiadeira, garça-boieira, cunacoi e cupara. Seu nome científico significa: do (latim) bubulcus = vaqueiro; e de ibis = ibis. ⇒ Ibis vaqueiro.

  Características

Apresenta um comprimento de 48 a 53 centímetros. Sua envergadura vai de 90 a 96 centímetros. Tendo um peso de 300 a 400 gramas. Alcança uma longevidade de 15 anos. Plumagem branca, em especial quando juvenil. No período reprodutivo desenvolve uma plumagem alaranjada no alto da cabeça, peito e costas. Essa coloração diferenciada permanece, embora esmaecida, na plumagem do adulto. Um pouco maior do que a garça-branca-pequena, mas se diferencia pelo bico amarelo, de formato mais cônico, pernas e pés totalmente negros. No auge do período reprodutivo, as pernas e pés ficam alaranjados por completo, diferente da garcinha que sempre mantém os pés amarelos em qualquer época do ano ou idade. Sua voz é de coaxos suaves e monossilábicos.

  Alimentação

Caça seu alimento longe da água. É uma garça insetívora, principalmente dos insetos espantados pelos pastadores, essa garça têm também uma fonte de alimentação nas moscas do dorso destes animais.

  Reprodução

Nidifica em colônias mais ou menos numerosas (de dezenas a milhares de indivíduos), em árvores ou arbustos, próximo de lagos e rios. A construção do ninho é feita por ambos os progenitores, embora com tarefas distintas. A fêmea encarrega-se da construção propriamente dita, enquanto o macho recolhe o material para a construção. A fêmea deposita 4 a 5 ovos, que são alternadamente incubados por ambos, num período de 22 a 26 dias. As crias abandonam o ninho ao fim de 30 dias.

  Hábitos

 Procura alimento, de um modo geral, em espaços secos, campos de cultivo, podendo, no entanto, ser encontrada nas margens de lagos e pântanos. É capaz de subsistir em zonas secas, sem nenhuma água, durante um espaço de tempo relativamente longo. Frequentemente avistada entre o gado que pasta ou atrás das máquinas agrícolas que lavram a terra. Seu voo é com batimento lento, poderoso e regular das asas, com o pescoço retraído e as patas projetadas. Ativa e de grande mobilidade. Voa em bandos pouco ordenados.

  Distribuição Geográfica

Ocorre em todo Brasil. Atravessou o Atlântico há pelo menos 100 anos, com registros iniciais na região do Caribe. Espalhou-se rapidamente pelo continente e hoje ocupa todas as áreas abertas onde o gado esteja presente, ajudando a controlar gafanhotos e cigarrinhas nas pastagens. Em 1965 foi registrada pela primeira vez no Brasil, na Ilha de Marajó. Mais numerosa no pantanal.

sábado, 18 de abril de 2015

Bico-chato-de-orelha-preta










Fonte:http://www.wikiaves.com.br/


Bico-chato-de-orelha-preta O bico-chato-de-orelha-preta é uma ave passeriforme da família Rhynchocyclidae. Seu nome científico significa: do (grego) tolma = ousado, arrojado; e myias, muia = papa-moscas, moscas; e do (latim) sulfur = enxofre, amarelo enxofre. ⇒ Papa-moscas ousado, amarelo enxofre.

  Características

Mede 13-14 cm. Pode-se notar a cor acinzentada da cabeça, onde ressalta-se uma área branca ao redor dos olhos e à frente, até o bico. Na ave adulta, o olho é cinza claro, característica ótima para identificá-la (no juvenil, olho marrom). O bico é branco em baixo e escuro em cima, outro detalhe importante na determinação. Garganta clara. Nas asas, duas faixas amareladas, com as penas longas de voo com a borda clara. Barriga amarelada, com o peito levemente acinzentado. O canto é chamativo e, depois de aprendido, fica mais fácil localizar a ave. Canta o ano inteiro, sendo que de julho a dezembro emite o chamado durante todo o dia. Fica ativo até nas horas mais quentes do dia, com seu assobio alto, composto de duas ou três notas agudas. Em geral, o primeiro é mais curto, com os seguintes um pouco mais demorados, sempre espaçados entre si. Há variação individual no timbre, no espaçamento e no número de notas.

  Alimentação

Os insetos que ocorrem entre a folhagem e ramos são visualizados e então capturados; eventualmente executam voos curtos ou mesmo acrobáticos para apanhar um inseto que foge.

  Reprodução

Constrói um dos ninhos mais interessantes, juntando fibras negra de um fungo, Marasmius, encontrado entre as raízes das árvores (as fibras não são trançadas, apesar da aparência). Faz uma bola dependurada, com uma entrada lateral em forma de túnel virado para baixo, mais comprido do que o ninho propriamente dito. Está sempre na ponta de galhos finos e na parte baixa ou média da árvore, normalmente no interior da mata. Ocasionalmente associam seus ninhos a colônias de insetos sociais (Vespas e Abelhas) para se beneficiar da agressividade dos insetos aumentar seu sucesso reprodutivo. Canta muito próximo ao ninho. Os 2 ou 3 ovos são postos numa câmara situada na parte superior do ninho, sendo a entrada do mesmo na parte inferior, que é alongada e perpendicular ao solo. Geralmente é a fêmea quem se ocupa da incubação dos ovos, embora às vezes substituída pelo macho, durante 17 a 19 dias. Os filhotes abandonam o ninho com 22 a 24 dias de vida.

  Hábitos

 Insetívoro da parte média da mata seca e cerradão, ocasionalmente em manchas mais largas de mata ciliar em área sem inundação. Comum nos ambientes típicos, difícil de ser observado pela camuflagem da cor olivácea do corpo com a folhagem. Pousa em locais expostos (galhos e cipós), mas o comportamento de ficar parado à espera de uma presa passando também dificulta a localização. Depois de visualizado, é fácil de ser seguido, por dar pequenos voos até o próximo poleiro. Territorial, vive solitário ou em casais. É residente o ano todo no mesmo local.

  Distribuição Geográfica

Ocorre em todo o Brasil, sendo mais observado na região Sul e Sudeste.

domingo, 12 de abril de 2015

Caneleiro-verde












Fonte: http://www.wikiaves.com.br/


O caneleiro-verde é uma ave passeriforme da família Tityridae. Seu nome científico significa: do (grego) pakhus = grosso, robusto; e rhamphos = bico; e do (latim) viridis = verde. ⇒ (Ave) robusta com bico verde ou (pássaro) com bico grosso e verde. Conhecido também como bico-grosso.

  Características

Mede cerca de 14,5 centímetros de comprimento. O macho apresenta o alto da cabeça preto, o qual é oliváceo na fêmea.

  Alimentação

Hábitos alimentares…

  Reprodução

Constrói ninho esférico grande com a entrada voltada para a lateral. O macho participa assiduamente na construção, carregando junto a fêmea gravetos, folhas largas e gramíneas para o acabamento interno do ninho. — Vitor Herdy 2012/11/09 10:09

  Hábitos

 Varia de incomum a localmente comum em campos e clareiras com árvores esparsas, florestas de galeria, bordas de florestas e capoeiras. Vive aos pares, procurando insetos ativamente na folhagem a alturas variáveis.

  Distribuição Geográfica

Amazônia brasileira, da foz do rio Amazonas até o baixo rio Tapajós, e do Maranhão ao Rio Grande do Norte, estendendo-se em direção sul até o Rio Grande do Sul. Encontrado também na Venezuela, Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai.