Registros de pássaros encontrados, nas proximidades do parque nacional das araucárias... Photo of birds found nearby "PARNA - Parque Nacional das Araucárias" in Santa Catarina, a southern state of Brazil.
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
irré
Fonte:http://www.wikiaves.com.br
O irré é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Também conhecida por nomes de irrê ou maria-irré. Vive nos cerrados, borda das matas e cerradões, evitando as áreas internas da vegetação florestal.
Características
Os tons da cabeça e pescoço são mais esmaecidos do que as costas, característica visível sob boa iluminação. Na base do bico, uma área clara muito nítida na população pantaneira. Mede aproximadamente 19 centímetros.
ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL
Alimentação Reprodução
No período reprodutivo (agosto a dezembro), os casais aproximam-se e mantêm-se dessa forma até a criação dos filhotes. É característica desse gênero construir ninhos no interior de ocos escavados por pica-paus. O pica-pauzinho é quem fornece os buracos para essa construção. Carrega restos de folhas e gramíneas para o ninho. O casal choca e cuida dos filhotes, que saem do ninho com plumagem parecidas aos adultos, exceto pelo contorno marrom-avermelhado das penas da cauda e marcas da mesma cor sobre a asa.
Hábitos
Como os demais, vive solitário a maior parte do ano. O canto característico é um chamado choroso, curto, repetido várias vezes em intervalos curtos. É mais escutado no começo da manhã.
Distribuição Geográfica
Esta é a única espécie do gênero Myiarchus, na América do Sul, que tem comportamento migratório, ocorrendo em todo o Brasil.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Beija-flor-preto
Fonte:http://www.wikiaves.com.br
O beija-flor-preto é uma ave apodiforme da família Trochilidae. Era conhecido como beija-flor-preto-e-branco e denominado com o nome científico de Melanotrochilus fuscus.
Características
Esta espécie de beija-flor possui em média 12,6 centímetros. O colorido contrastante vistoso das retrizes é exibido quando o pássaro expande a cauda em um leque branco cortado em duas metades pelas centrais negras ou quando abre e fecha rápido as caudais. O branco da cauda continua até os flancos e forma uma faixa sobre o crisso. Os indivíduos ainda mais jovens são negros quase que totalmente manchados de pardo e de cauda canela ou negra sendo brancas somente as retrizes laterais. Espécie sem dimorfismo sexual. Apresenta uma voz aguda, que lembra a de insetos ou de morcegos. Possuem vozes diferentes para expressar ataque, alarma. “tli, tli, tli”.
Alimentação
A base da alimentação é o açúcar, mas também alimenta-se de pequenos invertebrados, principalmente aracnídeos.
Reprodução
O vôo nupcial consiste em perseguições ziguezagueantes à fêmea. O casal sobe as alturas parando a cada lance, de aproximadamente 20 metros, defronte um do outro em vôo de libração. Em seguida regressam ao pouso onde excitam-se abrindo e fechando rapidamente as asas. Utiliza teias de aranha e de sementes com paina para tecer seus ninhos, em forma de uma pequena tigela e fixado com fios na vegetação.
Hábitos
Encontrado à beira da mata, capoeira, jardins, bananais, freqüentemente em copas de árvores altas. Parece manter-se mais parado no ar do que os outros beija-flores, sempre exibindo suas cores contrastantes.
Distribuição Geográfica
Ocorre da Paraíba ao Rio Grande do Sul. É a espécie mais freqüente de beija-flor em Macaé de Cima, Rio de Janeiro durante o verão.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Mergulhão-caçador
Fonte:http://www.wikiaves.com.br
O mergulhão-caçador (Podilymbus podiceps) é uma ave da família Podicipedidae. Após a extinção do mergulhão-de-atitlan(Podilymbus gigas) tornou-se o único representante vivo do gênero Podilymbus. O mergulhão-caçador é conhecido também como péca-parra.
Características
Mede de 30 a 38 cm. e pesa de 350 a 550g. Ave cinza-amarronzada, com asas e dorso de tons mais escuros e abdome e píleo esbranquiçados; garganta branca e face e pescoço anterior ocre; bico grosso; não apresenta branco nas asas como outros mergulhões. Na época reprodutiva apresenta uma cinta negra ao redor do bico, a garganta preta e o pescoço cinza. Voz: Cheia “kó”, “kau-kau kau”, às vezes dueto do casal.
Alimentação
Alimenta-se de peixes pequenos, cobras aquáticas, crustáceos e anfíbios. Ocasionalmente aproveita-se de garças para apanhar peixes, espantados por elas. Quebra peixes batendo-os na superfície da água para facilitar a alimentação dos filhotes pequenos.
Reprodução
Seu ninho, flutuante, é feito de capim e juncos e fica ancorado na vegetação aquática. Põe de 4 a 6 ovos pequenos, alongados e brancos, com um período de incubação de 22 a 24 dias.
Hábitos
Vive em lagos e lagoas interioranas de águas abertas, mas com vegetação aquática flutuante próxima às margens. Quando caça mergulha demoradamente, podendo ficar mais de 40 segundos debaixo d’água. Quando em perigo, tem uma técnica singular de mergulho. No local onde está afunda verticalmente como uma pedra, sem fazer os costumeiros movimentos de mergulhar, que consistem em agitar as pernas projetando a cabeça para frente.
Distribuição Geográfica
Garça-moura
Fonte:http://www.wikiaves.com.br
A garça-moura é uma ave pelecaniforme da família Ardeidae. Conhecido também como maguari, socó-de-penacho, baguari, margoari (Amazônia), garça-parda (Rio Grande do Sul), socó-grande e joão-grande.
Características
A maior das garças do Brasil, com envergadura de 1,80 m. Vive solitária fora do período reprodutivo, quando reúne-se nos ninhais; no entanto, mesmo nesse período, a maioria mantém-se isolada durante deslocamentos para alimentação. Seus vôos, além de solitários, são em linha reta, com lentas batidas ritmadas de asas, muito características. Sua voz e um fortíssimo “rrab (rrab rrab)”, baixo e profundo. A plumagem de reprodução é muito semelhante à do restante do ano, distinguindo-se pelo pequeno tufo de penas brancas na base do pescoço, o maior contraste do branco do pescoço com o dorso acinzentado e os lados escuros do ventre. A listra negra da parte inferior do pescoço destaca-se mais nesse período, bem como o negro do alto da cabeça. Ao redor dos olhos aumenta a coloração azulada e o bico fica mais amarelo. Quando saem do ninhal, as aves juvenis possuem a mesma coloração geral dos adultos, embora com menor contraste e sem a listra negra do pescoço ou os lados negros do ventre.
Alimentação
Costuma ficar pousada nas margens dos rios e riachos, em meio à vegetação, pescando peixes, sapos, rãs, pererecas, caranguejos, moluscos e pequenos répteis. Captura presas de lugares mais fundos, os quais outras garças não conseguem alcançar.
Reprodução
Longo período de nidificação (janeiro a outubro), desde o meio da estação de cheia até a baixa das águas. Ocupa os grandes ninhais coletivos. Seus ninhos, geralmente estão na parte superior e externa das árvores mais altas. Ali nascem 3 ou 4 filhotes por ninhada, a qual é chocada e cuidada pelo casal.
Hábitos
Habita beiras de lagos de água doce, rios, estuários, manguezais e alagados. Normalmente é solitário e desconfiado, exceto no período reprodutivo.
Distribuição Geográfica
Maior representante da família no Brasil, está presente em todo o País, podendo ser encontrado também do Panamá ao Chile e Argentina, e nas Ilhas Malvinas.
Garça-branca-pequena
Fonte:http://www.wikiaves.com.br
A garça-branca-pequena é uma ave da ordem Pelecaniformes da família Ardeidae. Também conhecida como garcinha-branca, garça-pequena e garcinha.
Características
Mede de 51 a 61 centímetros de comprimento e apresenta grandes egretes no período reprodutivo. (Egrete: Zool. Feixe de plumas alongadas que enfeitam a cabeça de algumas garças na época de reprodução) mais evidenciado nos machos. Totalmente branca. Bico e tarsos negros e pés amarelos. A plumagem é rica em pó, o qual é produzido por plumas de pó concentradas no peito e nos lados do corpo.
Alimentação
Alimenta-se de peixes de forma bastante ativa. Apreciam também insetos, larvas, caranguejos, anfíbios e pequenos répteis.
Reprodução
Associam-se em colônias formando ninhais com outras espécies, o casal constrói uma plataforma de galhos secos sobre uma árvore, geralmente próxima a água, onde são postos, com 2 ou 3 dias de intervalo, de 3 a 7 ovos esverdeados ou verde-azulados que medem cerca de 43 por 32 milímetros cada um. Estes ovos são incubados pelo casal durante 25 a 26 dias e, quando nascem os filhotes, que são nidícolas, os pais fornecem-lhes alimento regurgitado.
Hábitos
Habita bordas de lagos, rios, banhados e à beira - mar. Comum em manguezais, estuários e poças de lama na costa, sendo menos numerosa em pântanos e poças de água doce. Vivem em grupos e migram em pequenas distâncias para dormir.
Distribuição Geográfica
Todo o Brasil e desde o sul dos Estados Unidos e Antilhas à quase totalidade da América do Sul.
Curutié
Fonte: http://www.wikiaves.com.br
O curutié é uma ave passseriforme da família Furnariidae. Conhecida por vários nomes populares, como: casaca-de-couro, curuira-do- brejo, corrucheba.
Características
Geralmente o furnarídeo paludícola mais freqüente. Tem o aspecto de um joão-teneném de cauda longa bem rígida. As partes superiores pardo ferrugíneas, partes inferiores esbranquiçadas, mento com uma manchinha amarelo-sulfúrea que pouco se destaca à distancia. Mede cerca de 14 cm. Duro “krip”; estrofe monótona, dura e descendente terminalmente, lembrando a voz da sanã-parda (Laterallus melanophaius), mas de menor volume (canto); o casal canta em dueto.
Alimentação
Sua alimentação consiste de insetos e suas larvas, aranhas, opiliões e outros artrópodes e moluscos.
Reprodução
Constrói seu ninho (feito de gravetos), em pequenas moitas próximo à ambientes aquáticos. O ninho é preso em forquilhas e galhos laterais, com a forma de uma garrafa deitada com o bojo redondo. Procria praticamente todos os meses do ano, botando 3 ovos creme-claros. Os filhotes nascem após 14 a 15 dias de incubação e com cerca de 18 dias abandonam o ninho.
Hábitos
Vive nas proximidades de ambientes aquáticos. Locomove-se no solo pulando quando está a procura de alimento.
Distribuição Geográfica
Ocorre da Colômbia e Guianas à Bolívia, Argentina, Paraguai e Uruguai e em todo o Brasil.
Caneleiro-de-chapéu-preto
Fonte: http://www.wikiaves.com.br
Este pássaro, assim como os demais Tityridae, pertencia à família Cotingidae e era denominado de Platypsaris rufus. O caneleiro-de-chapéu-preto é uma ave passeriforme da família Tityridae. Também conhecido como caneleira, caneleiro, caneleiro-de-chapéu-negro e caneleiro-de-crista.
Características
Macho todo escuro, negro em parte das costas e cabeça, acinzentado na região ventral. Nas asas, algumas penas brancas, raramente visíveis à distância. Fêmea marrom, mais clara na região ventral. Na cabeça, o característico topo cinza escuro, em forte contraste com o corpo. Área clara na frente dos olhos, característica semelhante às outras espécies desse gênero, mas virtualmente invisível no macho. Dignas de menção são uma das suas rêmiges primárias muito alterada e a mancha branca do dorso, só visível quando as penas são levantadas como acontece também com vários formicarídeos. O seu canto lembra o dos beija-flores. Raramente emitem um chamado baixo, anasalado.
Alimentação
Associam-se aos bandos mistos, embora busquem invertebrados e frutinhos de maneira isolada também. Possuem pousos preferidos na mata e, uma vez localizados, deixam-se observar nos longos períodos em que ficam à espreita de insetos em movimento.
Reprodução
O ninho, geralmente pendente, chama de longe a atenção por ser uma construção grande, de fibras vegetais, com a entrada na parte lateral e a câmara de ovipostura na parte superior. O macho, às vezes, auxilia na construção do ninho, mas só a fêmea incuba os ovos que podem ser verde-oliva, pardo-claros ou cinzas com manchas pardo-enegrecidas. O tempo de incubação é, provavelmente, de 18 ou 19 dias e os filhotes são alimentados pelo casal.
Hábitos
Vive em casais, ocasionalmente grupos familiares. Destaca-se na vegetação, gostando de ficar em poleiros expostos acima da mata ciliar, cerradão ou mata seca, bem como logo abaixo da copa e na parte média da mata.
Distribuição Geográfica
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